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Quinta-Feira, 24 de Agosto de 2017

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OS RECURSOS TECNOLÓGICOS - SEUS USOS E UTILIDADES NA EDUCAÇÃO

24/06/2017 10:26:18
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Prof. Darkson Kleber Alves da Silva

(Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe)

 

Na atualidade, dos avanços tecnológicos de comunicação e de informação, visto que estes estão sedo utilizados de modo privilegiado nas universidades, nos centros de ensino e pesquisa como novas formas de linguagens educacionais; isso por que tais ferramentas agilizam e, consequentimente, corroboram para a eficácia da comunicação entre o docente e os discentes.

O avanço destas tecnologias é oriundo de um processo social denominado de globalização, que no caso mais específico das tecnologias de informação ficou conhecido como cibercultura, ou seja, novas tecnologias de comunicação e informação integradas ao computador.

De acordo com o Ministério da Educação as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) definem-se como “os recursos tecnológicos representados pelos meios de comunicação – mídias (jornais impressos, rádio, e TV), os livros e computadores, bem como os sistemas multimídias, redes telemáticas, robótica e outros [...].” (BRASIL, 1998, p.135). Assim, acreditamos que o uso dessas tecnologias no ambiente educacional preenchem uma lacuna no que diz respeito ás novas formas de linguagens, métodos, ferramentas em vista de proporcionarem melhores condições e maiores possibilidades para a melhoria da qualidade de ensino.

 De forma geral, ao se analisar a prática docente nos centros acadêmicos nota-se, de maneira muito acentuada, uma mudança na percepção e no conceito do que é ser professor na atualidade. Daí surge alguns questionamentos: Diante dessas novas exigências das TICs qual seria o perfil ideal do professor? Como agir, eficazmente, de acordo com esse novo contexto? O que é ser professor diante das TICs? E qual será a relação mais apropiada entre docente e discente frente a essa nova realidade?

Refletindo sobre a importância dos centros acadêmicos, faculdades, universidades e outros na formação de indivíduos para que possam cumprir com seu papel de cidadão e analisando as faculdades no seu aspecto cultural, político e histórico percebemos a importância e interferência do docente na sociedade.

Consideramos urgente pensar o uso das tecnologias no ambiente educacional, tendo em vista o “impacto” das TICs sobre a sociedade atual. Nesse sentido, recorremos aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) quando afirmam que: O mundo vive um acelerado desenvolvimento, em que a tecnologia está presente diretamente ou indiretamente em atividades bastante comuns. A escola faz parte do mundo e para cumprir sua função de contribuir para a formação de indivíduos que possam exercer plenamente sua cidadania, participando do processo de transformação e construção da realidade, deve estar aberta e incorporar novos hábitos, comportamentos, percepções e demandas (BRASIL, 1998. p.138).

No entanto, já na perspectiva da civilização tecnológica, qualquer que seja o recurso tecnológico utilizado na sala de aula, seja ele midiático como a televisão, o rádio, o computador integrado a internet, a mídia impressa como jornais, livros e outros podem servir para dinamizar o processo educativo, tornando o ambiente mais agradável e mais atrativo para o discente.

Seguindo estes pressupostos não podemos considerar que apenas o uso da tecnologia garanta mudanças na forma de ensinar e aprender. As tecnologias, sozinhas, não educam, mas sim, acredita-se que devam servir para enriquecer o ambiente educacional, propiciando a construção de conhecimentos por meio de uma atuação ativa, crítica e criativa por parte de alunos e professores.

O uso da tecnologia em sala de aula é bastante válido no sentido de que possibilita um ensino e uma aprendizagem mais interativa, autônoma, colaborativa e criativa. No entanto, o professor ainda, muitas vezes, mantém-se apreensivo e reticente em utilizar a tecnologia em sua aula.

Contudo, partindo do pressuposto que os recursos tecnológicos promovem benefícios na melhoria da qualidade do ensino, conclui-se que as TIC’s vieram para melhorar o ensino, facilitando a abordagem de conteúdos em sala de aula.

A mudança de paradigma requer um exercício muito intenso por parte da escola para repensar a dimensão da distribuição do espaço, do tempo e dos meios necessários às transformações e por parte do professor, refletindo sobre sua prática, porque ela representa o abrir mão da “certeza” do que se está propondo naquele momento e, acima de tudo, da crença de que o professor deve conhecer tudo como o grande mestre, o sábio. Isso em vista de um crescer juntos diante das novas realidades.  Desta visão, passamos para um professor consciente do seu papel de mediador no processo de construção do conhecimento do aluno. Construção esta que passa pela interatividade com materiais/recursos e colegas em ambientes de aprendizagem disponibilizados pelo professor e pela escola dos dias atuais.

 

REFERÊNCIAS

 

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: meio ambiente saúde. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental, 1998.

 

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: Ensino Médio: Educação Física/ Secretaria de Ensino Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2000.

 

CHAMON, Edna Maria Querido de Oliveira. Representação social da pesquisa pelos doutorandos em ciências exatas. Estud. pesqui. psicol., dez. 2006, vol.6, no.2, p.21-33. ISSN 1808-4281.

 

DAVID, G. Myers. Psicologia Social. 6ª Ed: Rio de Janeiro: LTC, 2000.

 

GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4 ed: São Paulo: Atlas,1994.

 

HANNEMAN, Richard H. O que é psicologia: tradução de Jose Fernando Bittencourt Lomonaco. 13. ed. Rio de Janeiro. Olympio, 1984.

 

 

HEIDE, A.; STILBORNE, L. Guia do professor para a Internet: completo e fácil. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

 

LEOPARDI, M. T. Metodologia da pesquisa na saúde. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 2002.

 

LEVY, PIERRE. Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. Editora 34, ano 1999.

 

MORAN, José Manuel. Artigo publicado na revista Informática na Educação: Teoria e Pratica. Porto Alegre, vol.3, n.1(set.2000) UFRGS.Programa de Pós-graduação em Informática na Educação.Disponível  no site www.eca.usp.br. Acessado dia 05/06/2008.

 

MOSCOVICI, S. A representações sociais da psicanálise. Rio de janeiro: Zahar, 1978.

Pereira, Adriana Lenho de Figueiredo As tendências pedagógicas e a prática educativa nas ciências da saúde. Cadernos de Saúde Pública, 2003, vol.19, n. 5, ISSN 0102-311X.

Pereira, Cícero; Camino, Leôncio Representações social, envolvimento nos Direitos Humanos e ideologia política em estudantes universitários de João Pessoa. Psicologia: Reflexão e Crítica, 2003, vol.16, n. 3, ISSN 0102-7972.

 

POLIT, BECK, HUNGLER. Fundamentos de Pesquisa – Métodos, Avaliação e Utilização. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.

 

RESENDE, Alvaci Freitas. Humanização em Ambiente da atenção básica à saúde: Representações Sociais de agentes comunitários de saúde. [Dissertação de mestrado] Universidade Tiradentes, 2007.

 

VALENTE, José. Informática na Educação: uma questão técnica ou pedagógica? Pátio, ano 3, n. 9, Porto Alegre, mai/jul., 1999.

 

       
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