Bom dia, Seja bem vindo - Terça-Feira, 24 de Outubro de 2017 - Aracaju - SE
 

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
O Jornal
  QUEM SOMOS
  DESTAQUES
  POLÍCIA
  ESPORTE
  POLÍTICA
  CIDADES
  GALERIA DE FOTOS
  ANUNCIE CONOSCO
  FALE CONOSCO
 
Enquete
Padre Inaldo vai fazer uma boa adminitração em Socorro?
 
De jeito nenhum
 
Claro que sim
 
Não sei
 
 
Terça-Feira, 24 de Outubro de 2017

home / notícias
Número de formalizações cresce 184% em cinco anos

22/09/2017 16:29:45
Tamanho da letra


Itapoan Silva

O número de microempreendedores individuais (MEI) em Sergipe cresceu 184% nos últimos cinco anos. Os dados levantados pelo Sebrae mostram que passou de 15.936 para 45.302 o número de pessoas formalizadas entre os primeiros semestres de 2012 e 2017.

No mesmo período o grau de cobertura do MEI, que significa o percentual desses microempreendedores em relação ao total de pessoas que trabalha por conta própria no estado, mais que dobrou passando de 6,9 para 17,9%. Quanto maior esse índice, maior o número de pessoas exercendo sua atividade empresarial devidamente formalizada.

Os setores com maior número de microempreendedores individuais é o de comércio (37,4%), seguido de serviços (37,2%), indústria (15,3%), construção civil (9,5%) e agropecuária (0,6%). As cinco atividades mais frequentes são comércio varejista de vestuário e acessórios (9,8% do total); cabeleireiros (7,3%); obras de alvenaria (4,1%); lanchonetes e similares (2,8).

Enquanto um terço dos MEI afirmaram que o principal motivo para o registro foi o acesso a benefícios do INSS, 61% citaram vantagens relacionadas a ter um negócio formal, como a possibilidade de emitir nota fiscal, crescer mais como empresa e o simples fato de ser formal.

Entre esses trabalhadores devidamente formalizados está o comerciante Itapoan Silva. Típico empreendedor brasileiro que entrou no mundo dos negócios por necessidade, ele vende saladas de frutas no Bairro Siqueira Campos. Após dois anos trabalhando com um parceiro, ele percebeu que era mais interessante montar seu próprio negócio e agora comemora seis anos no mercado.

“É desse negócio que tiro meu sustento e, no futuro, poderei formar minha família. Formalizei o meu negócio para poder emitir nota fiscal e vender para empresas. Já deixei passar algumas oportunidades porque estava na informalidade”, explica.

Heterogeneidade

O levantamento mostra que o perfil do microempreendedor individual é bastante heterogêneo e está em constante mudança. Os números revelam que enquanto 34% não têm o ensino médio completo, 33% têm ensino superior (pós, completo ou incompleto). Outro aspecto que demonstra as diferenças entre esse público é que enquanto 50% tinham um emprego com carteira assinada antes de se tornar MEI, 23% eram empreendedores informais e 13% eram empregados informais.

“ A criação da figura do Microempreendedor Individual mudou o cenário do empreendedorismo no Brasil. A rápida evolução no número de registrados, o grau de satisfação dos empreendedores e o impacto relatado da formalização nos negócios reforçam essa conclusão. O programa é uma ferramenta tanto para o incentivo ao empreendedorismo e à abertura de empresas, quanto na promoção da formalização da economia”, ressalta o superintendente do Sebrae, Emanoel Sobral.

O que parece ser generalizado é o grau de satisfação com a formalização. Oito em cada dez microempreendedores individuais afirmam que recomendariam fortemente o registro formal para outros empreendedores que ainda estejam na informalidade. Além disso, entre os MEI que eram empreendedores informais anteriormente, dois terços afirmaram que a formalização os ajudou a vender mais e 78% declararam que ter um CNPJ deu melhores condições para comprar de seus fornecedores.

 

Os dados obtidos mostram que 70% dos microempreendedores individuais registrados na Receita Federal declararam estar em atividade.Com relação ao local do negócio do MEI, nota-se que 45% operam em sua própria residência, 30% em estabelecimento comercial, 15% trabalham na rua, 9% na casa ou empresa do cliente, e 1% em shoppings ou feiras populares.

       
22/09 - Empreender Competitivo
22/09 - BA: Núcleo Setorial de Farmácias lança cartão exclusivo para clientes
22/09 - Número de formalizações cresce 184% em cinco anos
14/09 - Pequena cooperativa de Sergipe se prepara para exportar castanhas de caju
14/09 - Aracaju busca se consolidar como destino gastronômico
04/09 - Programa busca estimular comércio varejista em Sergipe
28/08 - Belivaldo recebe presidente da Câmara de Comércio Brasil – China
28/08 - Obras da nova unidade socioeducativa em Socorro ganham celeridade
28/08 - Terceira edição do Café com Empreendedoras será no dia 31 de agosto

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
l
l
l
l
                     
 
l
l
l
l
l
l
l
l
l  
 
© COPYRIGHT 2010 - GRANDEARACAJU.COM.BR - Todos os direitos reservados.
Contato: (79) 9975 - 8137